Estamos organizados em sociedade, com leis definindo parâmetros de atuação em quase tudo.
O Judiciário PRECISA:
- Ser neutro, imparcial, sem viés ou motivação de razão econômica,
política, ideológica, racial, ou religiosa.
- Fazer a coisa certa. Ter noção do que é certo e errado, senso moral.
(Parece óbvio, mas tornou-se uma raridade).
- Ser modelo de conduta, de moderação, de renda (conforme a média
nacional), de punição (começando pelos próprios integrantes).
- Estar sujeito às mesmas leis que todo o povo está.
- Corrigir os ‘furos’ das leis, as brechas de impunidade. É o
Judiciário que percebe se uma lei está atingindo seus propósitos, e pode
promover ajustes.
- Interpretar e aplicar as leis com clareza, obviedade, e coerência.
- Ser acessível a todos.
- Ser eficaz e eficiente. Agir no tempo certo, sem precipitação ou
delongas.
- Não cometer ‘erros de processo’, que gerem anulação de resultados.
- Ser transparente e prestar contas para a sociedade.
- Promover paz social, segurança jurídica, incentivar comportamentos
corretos, e inibir a atuação dos maus.
- Condenar o culpado, e inocentar o inocente.
- Ter parâmetros claros para alguém tornar-se um juiz, e procedimentos
eficazes e rápidos para tirar maus juízes de suas funções.
- Ter humildade. Não se ensoberbecer ou se endeusar.
- Inspirar confiança, segurança, estabilidade, decência, respeito. (E
jamais o oposto).
A FALTA de qualquer um destes requisitos acima, causa grandes
transtornos sociais. É sinal claro de corrupção, e que o sistema está podre.
O Judiciário é um eixo central da sociedade, um pilar, é a luz da
nação.
Se acontecer de a luz ser trevas (como Jesus diz), será uma situação
de corrupção terrível, nos mais altos graus.
Mt 6:23 SE, POIS, A LUZ EM TI É
ESCURIDÃO, QUÃO GRANDE [SERÁ] A ESCURIDÃO.
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